A vida é louca e inconstante como eu.
O amor e a dor dependem somente do ponto de vista, os sentimentos podem se misturam, se agregam, se tornar muitas vezes um só.
Um grande amor pode se tornar a dor mais profunda da alma humana, quando descobrimos que ele foi em vão.
Já a dor que acaba com o coração, é capaz ser sanada, quando descobrimos que essa dor não é eterna, e que a dor de hoje pode se tornar da delícia que viver de amanhã.
O difícil é ter uma visão lógica, racional sobre esse turbilhão de sentimos que fazem parte do amor e da dor.
Em relação aos amores e de dores vividas, o principio é não tem nenhuma lógica.
Alguém pode explicar qual é a lógica do amor? E a lógica da dor?
Acredito que não!
Bem que eu queria que o amor fosse uma equação matemática, dessas que quebramos a cabeça, usamos a fórmula, seguimos a lógica e com um pouco de paciência e persistência conseguimos resolver...
Só que o amor está bem mais para uma filosofia que existem milhares de teses, hipóteses, conceitos e no final de tudo isso descobrimos que nada é absoluto.
O amor e a dor dependem somente do ponto de vista, os sentimentos podem se misturam, se agregam, se tornar muitas vezes um só.
Um grande amor pode se tornar a dor mais profunda da alma humana, quando descobrimos que ele foi em vão.
Já a dor que acaba com o coração, é capaz ser sanada, quando descobrimos que essa dor não é eterna, e que a dor de hoje pode se tornar da delícia que viver de amanhã.
O difícil é ter uma visão lógica, racional sobre esse turbilhão de sentimos que fazem parte do amor e da dor.
Em relação aos amores e de dores vividas, o principio é não tem nenhuma lógica.
Alguém pode explicar qual é a lógica do amor? E a lógica da dor?
Acredito que não!
Bem que eu queria que o amor fosse uma equação matemática, dessas que quebramos a cabeça, usamos a fórmula, seguimos a lógica e com um pouco de paciência e persistência conseguimos resolver...
Só que o amor está bem mais para uma filosofia que existem milhares de teses, hipóteses, conceitos e no final de tudo isso descobrimos que nada é absoluto.
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